Música Medieval
A música medieval apareceu na Idade Média durante a História da Música ocidental europeia. Este período iniciou-se com a queda do império romano e só terminou no meio do século XV. Não se sabe ao certo quando a era medieval terminou e quando a renascença se iniciou por isso para fins de estudo de música, podemos considerar o ano 1401, o início do século XV.
Durante muito tempo a música foi cultivada por transmissão oral, até que se inventou um sistema de escrita. Por volta do século IX apareceu, pela primeira vez, a pauta musical. Foi Guido d’ Arezzo (monge italiano) que sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas usado ainda hoje no canto gregoriano. A utilização do sistema silábico de dar nome às notas deve-se também ao monge Guido d’Arezzo e encontra-se num hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista: Ut Queant Laxit, Ressonare Fibris, Mira Gestorum, Famuli Tuorum, Solvi Polluti, Labii Reatum e Sancte Loannes. Com o passar do tempo o Ut foi substituído pelo Dó.
Cantochão ou Canto Gregoriano são o tipo de música mais antigo que conhecemos e são cantadas apenas na primeira linha melódica, sem qualquer acompanhamento. Com o passar do tempo acrescentou-se outras vozes ao cantochão, criando-se as primeiras composições em estilo coral. Nos séculos XII e XIII, a produção destas músicas (cantadas), subiram em flecha e eram compostas pelos Trovadores, poetas e músicos do Sul da França. As danças eram muito populares em festas e feiras e podiam ser tocadas tanto por dois instrumentos, como por um grupo mais numeroso. Os instrumentos que acompanhavam estas danças incluíam: a viela (antepassado da família do violino), o alaúde, flautas doces de vários tamanhos, gaitas de foles, o trompete recto medieval, instrumentos de percussão (triângulos, sinos, tambores, entre outros).
Durante muito tempo a música foi cultivada por transmissão oral, até que se inventou um sistema de escrita. Por volta do século IX apareceu, pela primeira vez, a pauta musical. Foi Guido d’ Arezzo (monge italiano) que sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas usado ainda hoje no canto gregoriano. A utilização do sistema silábico de dar nome às notas deve-se também ao monge Guido d’Arezzo e encontra-se num hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista: Ut Queant Laxit, Ressonare Fibris, Mira Gestorum, Famuli Tuorum, Solvi Polluti, Labii Reatum e Sancte Loannes. Com o passar do tempo o Ut foi substituído pelo Dó.
Cantochão ou Canto Gregoriano são o tipo de música mais antigo que conhecemos e são cantadas apenas na primeira linha melódica, sem qualquer acompanhamento. Com o passar do tempo acrescentou-se outras vozes ao cantochão, criando-se as primeiras composições em estilo coral. Nos séculos XII e XIII, a produção destas músicas (cantadas), subiram em flecha e eram compostas pelos Trovadores, poetas e músicos do Sul da França. As danças eram muito populares em festas e feiras e podiam ser tocadas tanto por dois instrumentos, como por um grupo mais numeroso. Os instrumentos que acompanhavam estas danças incluíam: a viela (antepassado da família do violino), o alaúde, flautas doces de vários tamanhos, gaitas de foles, o trompete recto medieval, instrumentos de percussão (triângulos, sinos, tambores, entre outros).
Texto de Alexandra Teixeira
Alexandra Teixeira,
03/04/2011
Alexandra Teixeira,
03/04/2011
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