segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

#12

Resultado da sétima questão presente no questionário:
És um frequentador assíduo de alguns destes eventos culturais?




Inês Cardoso,
20/12/2010

#11

Resultado da quinta questão presente no questionário:
Quais destas correntes artísticas conheces?




Inês Cardoso,
20/12/2010

#10

Resultado da segunda questão presente no questionário:
Praticas ou já praticaste alguma actividade relacionada com alguma destas áreas?





Inês Cardoso,
20/12/2010

#09

Resultado da primeira questão presente no questionário:
Quais os sectores culturais que te despertam maior interesse?



Inês Cardoso,
20/12/2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

#07

Fantasporto





 
O Fantasporto, festival de cinema fantástico, foi criado e exibido pela primeira vez, em 1981 por um entusiasta deste tipo de cinema, Mario Domninski. O evento realizado na cidade do porto pretendeu descentralizar a artes culturais, já que na altura, todos os eventos deste calibre decorriam em Lisboa.
Tendo sido uma preocupação dos fundadores apresentar um conjunto de iniciativas no âmbito cultural e artístico, nomeadamente em exposições de artes plásticas, espectáculos de teatro de marionetas, colóquios e edição de livros temáticos. Foi na área do cinema profissional e não profissional, que o festival vingou, tendo atingido a maioridade em 1993.
Foi graças a esta conjugação das artes em torno do cinema, que permitiu ao festival conquistar um lugar indispensável no panorama nacional e internacional, tendo sido considerado pela revista “Variety” um dos 20 festivais mais importantes a nível mundial.
Além da vertente cultural, o Fantasporto visa também adquirir para o cinema novos adeptos, promovendo sessões em escolas e em centros culturais. Para além disso, o festival tenta também dar visibilidade ao trabalho dos realizadores, produtores, argumentistas críticos e jornalistas, que se dedicam à 7ª Arte.
Apesar de o Fantasporto ser em parte conhecido pela sua versatilidade, os organizadores tentaram sempre apoiar e dar projecção a alguns realizadores nacionais, como por exemplo António Macedo, Victor silva, Ana Luísa Guimarães, Joaquim leitão, entre outros.
Até hoje, foram já exibidos cerca de 5000 filmes entre curtas e longas-metragens, contribuindo não só para promover a cidade do Porto a nível cultural, mas também sob ponto de vista turístico.           
Por fim, o festival tem como casa o teatro de Carlos Alberto, um espaço completamente renovado e com óptimas condições para a exibição do festival.

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Se estiverem interessados em fazer uma inscrição no Festival Fantasporto, dirijam-se ao site, de modo a procederem ao download da Ficha de Inscrição correspondente. Após o seu respectivo preenchimento, enviem por correio para a seguinte morada:

FANTASPORTO 2011
Rua Aníbal Cunha nº 84 sala 1.6
4050 – 046 Porto - Portugal
 ou por fax para o nº + 351 22 205 88 23

Texto de Alexandra Teixeira


Alexandra Teixeira,
16/12/2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

#06

EUA e o Cinema 

Os Estados Unidos são um país de destaque dentro da indústria cinematográfica, sendo Hollywood especialmente sinónimo de cinema, reunindo em si um clima ameno e ideal às necessidades específicas do ramo.
Hollywood é um distrito situado em Los Angeles, na Califórnia, que se tornou mundialmente famoso pela concentração de estúdios cinematográficos e pelo seu peso na cultura mundial. As suas influências e relevo são tais que o Governo Americano permitiu que se fixassem fronteiras legais da localidade.
O trabalho de David Wark Griffith, cineasta, levou-o a ser considerado quase unanimemente o pai do cinema, devido ao seu trabalho e ao uso das paisagens do país.
A importância do país para esta indústria formou-se através da constante evolução da técnica e da sua consolidação a partir da década de vinte, através da realização de musicais, comédias e policiais.
Em suma, feita uma análise do desenvolvimento cinematográfico nos Estados Unidos, torna-se irrecusável a concordância com o seu destaque.
Texto de Cristiana Pais


Cristiana Pais,
15/12/2010

#05

Cinema Mudo



 
Como sabemos, os efeitos especiais, os diálogos escritos, as narrações e a própria música ao vivo, foram alguns dos aliados dos variadíssimos filmes produzidos na década de 30.
Em 1896, o ilusionista francês Georges Méliès, ganhara a sua primeira “filmadora”, motivo pelo qual começara a exibir os seus filmes, tendo sido o pioneiro em alguns efeitos especiais. “Le Voyage dans la Lune” fora um dos vários da sua autoria, constituindo o primeiro cujo tema fora alienígenas.
A primeira vez que foi dado uso à edição de imagens, foi por parte de Edwin S. Porter, camaraman de Thomas Edison, respectivamente. “Life of na America Fireman”, fora então o primeiro vídeo no qual se tornara possível ver duas imagens diferentes a ocorrerem em simultâneo. Neste caso, o filme de 1903, consistira numa mulher a ser resgatada por um bombeiro e a visão do mesmo a resgatá-la. Por outro lado, ainda no mesmo ano, “The Great Train Robbery”, um dos primeiros westerns do cinema, trouxera a inovação do “cross-cuting” com imagens simultâneas em diferentes locais. No entanto, apesar de todas estas importantes inovações, o que marcara realmente Porter, fora o facto de este filme ter sido mudado devido a factores morais e éticos, já que os bandidos saíam bem no final, o que para muitos representava uma ideia de impunidade ao povo, iniciando-se então um movimento educacional por parte do cinema.
Este desenvolvimento extremamente rápido dera então origem aos denominados “nicelodeons”, ou seja, aos pequenos lugares de exibição nos quais se juntava uma grande quantidade de pessoas e onde se pagava 1 nickel para assistir. Assim, a duração dos filmes aumentara, passando de 10 a 15 minutos para 70, tendo sido a primeira longa-metragem da história o filme “The Story of the Kelly Gang”, embora tenham surgido rapidamente outros, como por exemplo “Queen Elizabeth”, “Quo Vadis?” ou “Cabiria“.
Quanto aos americanos, o director D. W. Griffith conseguira grande polémica com o filme “The British Nation”, devido a uma má interpretação da história e, por outro lado, “Intolerance: Love’s Great Struggle THroughout the Ages” tornara-se num dos maiores filmes mudos de culto na história, apesar de ter sido considerado um pouco confuso na época.
Já na França, o intuito dos irmãos Laffite em criar filmes de arte, detinha o propósito de levar as classes mais altas ao cinema, já que este obtivera a fama de ser direccionado para as classes menos educadas.
Apesar de toda esta supremacia francesa no campo da actual 7ª Arte, aquando da Primeira Guerra Mundial, a indústria europeia cinematográfica ficara completamente devastada, motivo pelo qual os EUA começaram o seu forte destaque, não só através da criação de novos filmes, mas também da importação de outros. Foi nesta época próspera para os Estados Unidos que Thomas Edison tentara tomar o controlo sobre a exploração do cinematógrafo, e que vários produtores independentes emigraram para Nova Iorque e para Hollywoodland, onde poderiam não só encontrar dias ensolarados durante quase todo o ano, mas também diferentes paisagens que serviriam de locações e etnias variadíssimas.
Nesta época fundaram-se os mais importantes estúdios de cinema, ou seja, a Fox e a Universal Paramount que deram, mais tarde, origem à 20th Century Fox e à Metro Goldwyn Meyer. Fora também em simultâneo que se comçaram a destacar comédias de Charlie Chaplin e Buster Keaton, aventuras de Douglas Fairbanks e romances de Clara Bow.
Paralelamente a Hollywood, outros lugares investiram no cinema, contribuindo para o seu desenvolvimento. Na França, entre 1919 e 1929, surgira o chamado Cinema Impressionista Francês ou simplesmente Cinema de Vanguarda. Por outro lado, na Espanha verificávamos o aparecimento do cinema surrealista. Já na Rússia encontrávamos o cineasta Serguei Eisenstein, reconhecido pela criação da técnica de montagem, denominada de montagem intelectual ou dialéctica.
Por fim, embora actualmente ainda consigamos entrar em contacto com uma parte dos filmes mudos mais importantes e os consideremos objectos de culto, é importante evidenciar que cerca de 90% deste género de cinema desapareceu por completo.

Texto de Inês Cardoso


Inês Cardoso,
15/12/2010

#04

Primórdios da História do Cinema

Embora não seja possível atribuir uma data exacta para o aparecimento da 7ª Arte, sabemos que o dia 28 de Dezembro de 1895 representa, sem dúvida, um grande marco na história do cinema, devido ao facto de ter ocorrido a apresentação pública do Cinematógrafo, por parte dos irmãos Lumière, no Salão Grand Café, em Paris. “L’Arrivée d’ún Train à La Ciotat” causara então grande agitação em todos os presentes, alastrando-se a notícia com bastante rapidez. Considera-se hoje que, este foi não só um ponto de partida, mas também um factor extremamente crucial, para tornar este novo modelo de arte numa indústria multimilionária.
No entanto, apesar de este acontecimento consistir na primeira projecção paga, o que faz com que muitos acreditem que este fora o surgimento do cinema, histórias americanas atribuem um maior mérito a Thomas Edison. Contudo, a realidade é que esta figura apenas exibiu pequenos vídeos em máquinas caça-níquel, sendo contra a exibição de filmes em salas de grande dimensão.
Apesar de o cinema hoje consistir em projecções públicas de imagens animadas, é necessário compreender que este deve o seu nascimento a variadíssimas inovações, entre as quais o domínio fotográfico e a síntese do movimento, utilizando a persistência da visão com a invenção de jogos ópticos. Podemos então dar destaque a alguns, como por exemplo o Thaumatrópio, inventado por William Fitton, o Fenacistoscópio, criado por Joseph-Antoine Ferdinand Plateau, o Zootropo, da autoria de Will George e, por fim, o Praxinoscópio, produzido por Emily Reynaud, figura que começara também, em 1888, a projectar imagens no Musée Grévin durante um período de 10 anos.
 Em 1876, Muybridge procedeu a uma experiência, na qual colocou 12 câmaras fotográficas e posteriormente 24, ao longo de um hipódromo, tirando várias fotografias da passagem de um cavalo. Assim, obteve a decomposição do movimento em várias fotos, recompondo o movimento através da utilização do zoopraxinoscópio. Alguns anos depois, Étienne-Jules Marley melhorou o aparelho de Muybride e, Louis Aimée Augustin Le Prince filmou uma cena de aproximadamente 2 segundos, cuja fragilidade do papel utilizado levou a que a projecção ficasse inadequada.
Will, Kennedy, Laurent e Dickson, chefe engenheiro da Edison Laboratories, inventou uma celulóide que, contendo uma sequência de imagens, viria a ser a base para a fotografia e projecção de imagens em movimento. Mais tarde, no ano de 1891, Thomas Edison inventou o cinetógrafo e, posteriormente, o cinetoscópio, que consistia numa caixa movida a electricidade, na qual encontrávamos a película inventada por Dickson, mas com funções limitadas, não sendo capaz de projectar filme.
Foram então, indubitavelmente, os irmãos Lumière, que trouxeram ao mundo os primeiros registos do cinema amador. Assim, “Sortie de L’usine Lumière à Lyon” constitui o primeiro audiovisual exibido na história, sendo que nesse mesmo ano, produziram também a comédia “The Sprinkler Sprinkled”. Nessa mesma altura, cerca de seis meses depois, Edison viria a projectar o seu primeiro filme, intitulado de “Vitascope”.
Apesar de toda esta sequência maciça de inovações é, no entanto, importante compreender que até à década de 1920, nunca nenhum produtor conseguira sincronizar a imagem e o som de um modo correcto, o que levara a que, no decorrer dos anos 30, os filmes fossem praticamente silenciosos. No fundo, estes eram apenas acompanhados de música ao vivo ou de eventuais efeitos especiais, narrações ou diálogos escritos.

Texto de Inês Cardoso


Inês Cardoso,
15/12/2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

#03

No decorrer da passada semana, o grupo esteve a trabalhar no desenvolvimento de um questionário a ser distribuído por turmas de 12º e 11º ano, previamente seleccionadas pelo grupo. Assim, durante os dias que se seguem, iremos recolher as várias respostas, de modo a criar um gráfico que permitirá fazer uma análise pormenorizada das áreas e gostos com os quais os jovens mais se identificam.
Aqui fica então o resultado final, a ser aprovado hoje, dia 3 de Dezembro,  pela direcção da Escola Secundária Inês de Castro.



Questionário

No âmbito da disciplina de Área de Projecto, temos vindo a desenvolver um trabalho que visa permitir, àqueles que lhe terão acesso, uma perspectiva abrangente de várias temáticas culturais.
Assim, o presente questionário destina-se não só às turmas de 12º ano, mas também a outras pelo grupo seleccionadas. As questões abaixo apresentadas serão então de um carácter bastante generalista, com o intuito de compreender os temas que os inqueridos mais apreciam, bem como as suas opiniões sobre diversas perguntas que gravitam em torno do tema central.

Preenche os seguintes espaços:
Ano ___
Turma ___
Sexo Masculino/Feminino __________


1. Quais os sectores culturais que te despertam maior interesse?
Literatura
Pintura
Artes Performativas
Música
Cinema
Fotografia
Outro _____________


2. Praticas ou já praticaste alguma actividade relacionada com alguma destas áreas? Se responderes sim, passa para a questão 3. Caso contrário, segue para a questão 4.
Sim
Não


3. Qual? Porquê?
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4. Gostarias de o fazer?
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5. Quais destas correntes artísticas conheces?
Classicismo
Barroco
Romantismo
Realismo/Naturalismo
Modernismo


6. Acreditas que existe facilidade no acesso à cultura no nosso País? Que medidas pensas serem relevantes para a sua expansão?
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7. És um frequentador assíduo de alguns destes eventos culturais?
Teatro
Concertos/Festivais
Apresentações de Livros
Cinema
Exposições
Espectáculos/Competições de dança


8. Sugere algumas actividades que gostavas que o grupo desenvolvesse dentro dos temas evidenciados.
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Grupo,
03/12/2010